Aulão gratuito de Krav Maga movimentou a praça JK em Belo Horizonte

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As academias e instrutores de Krav Maga de Belo Horizonte, única luta reconhecida mundialmente como arte de defesa pessoal, ofereceram uma boa oportunidade no sábado (21). A Federação Sul-Americana de Krav Maga em Minas Gerais promoveu um treino gratuito e aberto a toda comunidade na praça JK, no Sion. O evento, reuniu um bom público que teve contato pela primeira vez com a luta, entre alunos e instrutores de 23 academias de Belo Horizonte e Região Metropolitana.

Pessoas de todas as idades e níveis de condicionamento físico puderam participar. Bastava comparecer à praça com roupas leves e apropriadas para a realização das atividades físicas. Beny Schickler, instrutor chefe de Krav Maga em Minas Gerais, ressaltou durante o evento, que a prática da arte ajuda a garantir um direito fundamental de todos, a autodefesa.

“As técnicas de Krav Maga são simples e baseiam-se em movimentos naturais do ser humano, que equilibram defesa e ataque e atingem o agressor em pontos sensíveis do corpo. Isso diminui a diferença da força bruta e dá a qualquer um a possibilidade de se defender. Além disso, o aluno aprende a controlar os cinco sentidos e a desenvolver o sexto, a capacidade de pressentir os movimentos antes de serem esboçados, percebendo o mundo a sua volta”, explicou.

Apesar de a essência do Krav Maga estar ligada à defesa pessoal, as aulas também ajudam a quem quer perder peso e ganhar condicionamento físico a alcançar os objetivos. Em cerca de uma hora de treinamentos, é possível perder até 750 calorias. Mesmo com este potencial de queima calórica, a prática do Krav Maga é bastante democrática. “Não há restrições de peso, idade, gênero ou deficiência física para aprender a arte, se defender é para todos”, ressaltou Beny Schickler.

Sobre o Krav Maga

O Krav Maga surgiu na década de 1940, em Israel, em um contexto de guerras e violência extrema. A partir da necessidade de sobreviver ao horror, Imi Lichtenfeld criou técnicas de luta pela vida utilizando as únicas ferramentas que tinha no momento, o corpo e a mente. No pós-guerra, o Krav Maga se tornou a filosofia de defesa adotada pelo Tzahal, serviço militar israelense, polícia e serviço secreto. No Brasil, a arte chegou na década de 1990, trazida pelo único representante da modalidade na América do Sul à época, Mestre Kobi Lichtenstein.

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